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A mal versação do plano de saúde, que atende a grande maioria dos funcionários públicos da Bahia, provocou o envio de projeto de Lei, criando a co-participação dos usuários ao uso do plano, no momento que ultrapassar o limite definido como básico de uso.
Em um primeiro momento, pode até parecer um absurdo, mas se queremos manter as qualidades do atendimento, precisam criar mecanismos para conter o uso indiscriminado do plano, por alguns desavisados de plantão.Acreditamos, que o principal fator de inchaço do plano se deu, ao ampliar a quantidade de usuários de forma tão extensa. Como? Bem, entendemos que ninguém quer ter um membro da família sem amparo de um plano de saúde, mas, admitamos, que colocar filhos maiores de 24 anos e netos nele, criou a situação em que nos encontramos hoje. Um agregado, custa ao bolso do funcionário, pouco mais de R$ 65, 00, quando uma consulta em qualquer consultório particular não sai por menos de R$ 150,00. Então, vamos atacar a fonte do problema. Agregados devem custar mais e, serem limitadas as idades, ficar como dependente até 0s 34 anos é uma aberração.A exceção ficaria para os filhos incapazes ou semi-incapazes, visto que estes, não possuem condições de manter-se ou custear um plano de saúde, tão necessário à sua condição. Netos, apenas se os avós forem detentores de sua guarda, legalmente constituída. Sabemos, que muitos hão de dizer, que estou colocando minha opinião sem pensar em mais ninguém, porém, tenho filhos maiores de 18 anos que fazem parte do Planserv, logo não estou puxando sardinha para uma única lata.Ultimo mês de julho, minha filha foi submetida a uma cirurgia, custeada por ele e, nada tenho a dizer do tratamento dispensado tanto pelo conveniado como pelo próprio plano, quando acionado a liberar a referida cirurgia. Particular ou Planserv, o atendimento seria o mesmo. O que não queremos, é perder um patrimônio deste naipe, em função do uso indiscriminado e irregulares por parte de alguns associados e conveniados. Cada um de nós tem uma historia para contar sobre o nosso plano de saúde e acreditem, já vi em algumas clinicas, segurado franquear o uso do seu cartão para namorada, prima etc.Um segurado que faz 180 consultas num ano, muito provavelmente está usado desta artimanha e, deveria ser punido ele, medico e clinica. O patrimônio é nosso e nós devemos ser os fiscais deste uso. Acreditamos que a associação de médicos e exames num só lugar, também dê margem aos excessos. Todo médico hoje pede um batalhão de exames, principalmente, quando estes são realizados na clínica onde trabalham.Você chega queixando de dor de cabeça e acaba passando por uma infinidade de procedimento para concluir que a vista é a razão, a sinusite é o problema ou, a TPM é a causadora da dor. Regras e exceções. Ambas estão prejudicando a vida do plano e seus assegurados. O credenciamento precisa ser mais rigoroso e renovado de acordo com regras básicas a serem criadas, de forma a impedir abusos. |
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